O painel está vazio — é assim que ele começa. Diga o tamanho da operação no trilho à esquerda e digite seus custos nas duas planilhas abaixo. Cada número que você põe recalcula tudo: a régua de percentuais lá em cima, o resultado do mês e o capital necessário.
Resultado do mês
Tudo abaixo é consequência do que você digitou: o volume que você informou, menos os custos que você lançou. Nenhum valor é estimado por trás.
Volume do mês
De onde vem cada número da conta. É aqui que você confere se o tamanho que informou bate com o que a operação realmente faz.
Do depósito ao GGR
—Custos fixos
Você paga mesmo com a casa vazia. Cada linha é quantos × preço unitário — 12 pessoas × R$ 10.000, ou 1 × R$ 15.000 quando é valor cheio. Renomeie as linhas, apague o que não existe na VQT e acrescente o que faltar — a planilha é sua.
R$ por mês
—| Item | Bloco | Quantos | Unidade | Preço unitário | Total / mês | % do fixo | % do custo total | % do GGR |
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Custos variáveis
Também é quantidade × preço — só que aqui a quantidade sai do volume que você informou: nº de transações, de cadastros, de jogadores. Escolha como o fornecedor cobra e digite o preço unitário (ou o percentual). Se ninguém souber a quantidade, use "R$ × quantidade que eu digito" e ponha o número na mão. A caixinha à esquerda do nome marca o que sai do GGR antes de tudo — é isso que forma o NGR.
Acompanham a receita
—| Item | Como cobra | Quantos | Unidade | Preço unitário | Total / mês | % do GGR | % dos depósitos |
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Do GGR ao EBITDA
passe o mouse em cada barraRanking — todas as linhas
barra proporcional ao maior custoCenários
Cada cenário guarda tudo: volume, custos fixos, custos variáveis e premissas. Monte quantos quiser — com 20 mil jogadores ou 50 mil, com afiliado a 25% ou a 18% — e compare lado a lado.
Comparação
| Cenário | Jogadores | Giro | Depósitos | GGR | Custo fixo | Custo variável | EBITDA | Margem |
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Investimento
Quanto dinheiro precisa entrar antes da operação se pagar: o desembolso de entrada mais tudo que ela queima subindo até o volume que você informou.
Capital necessário
—| Mês | Jogadores | Depósitos | GGR | Custo total | EBITDA | Caixa acumulado |
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Mix de provedores
Cada estúdio cobra o percentual dele sobre o GGR que os jogos dele geraram — não sobre o GGR da casa. Então não existe "custo de provedor": existe uma taxa combinada, que depende de quais jogos o seu jogador roda. Distribua abaixo o GGR de cassino entre os estúdios e o painel calcula a taxa real. Base: as 178 ofertas do rate card.
Taxa combinada por mix de jogos
—Planejador de campanha e bônus
Esta parte é do sócio operacional. Ela usa a estrutura de custo real montada acima — não um número chutado. A conta-chave é a última: quanto dá pra gastar por jogador novo (mídia + bônus) antes da campanha virar prejuízo.
Simulação de aquisição
—
Destinações legais (12% do GGR). É o percentual da Lei 14.790/2023 sobre a receita de apostas
depois de pagos os prêmios. Confirme com o contador se a base da VQT já sai líquida do IR retido do apostador —
muda o valor absoluto.
Tributos sobre receita. PIS/COFINS e ISS dependem do regime e do município da licença.
A linha existe na planilha e começa zerada — preencha depois de fechar com o tributarista.
Outorga. Se a VQT pagou outorga, amortize o valor pelo prazo da licença e lance como custo fixo mensal —
senão o EBITDA aparece bonito demais.
Bônus. O custo real é o bruto menos o breakage (quem não completa o rollover). Se o CRM ainda
não mede isso, use 30% como piso e ajuste no segundo mês com dado real.